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terça-feira, 29 de março de 2011

Mulheres são excluídas em empresas de mídia, diz estudo

Um estudo feito com companhias de mídia de todo o mundo revelou que as mulheres ocupam apenas um terço dos cargos mais importantes do setor. A pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) pela International Women's Media Foundation levantou durante dois anos quantos dos postos de liderança em 522 jornais, rádios e TVs de 59 países eram ocupados por mulheres. O Brasil tem situação pior que a média.

Elas estão em 26% das cadeiras de presidente-executivo e em 27% das posições nos conselhos diretores, informou a agência de notícias Bloomberg. Já nos cargos de gerência, como editor-executivo e chefe de redação, as mulheres respondem por fatia de 39%.

No Brasil, a pesquisa analisou a situação em 15 grandes empresas. O diagnóstico diz que as mulheres sofrem "marginalização ao serem excluídas na maior parte dos níveis. Os homens são imensa maioria nas companhias de mídia".

A participação das brasileiras nos cargos de controle (como CEO) foi um dos mais baixos encontrados: 10,3%, sendo que a média mundial foi de 25,9%. Nos altos cargos de gerência, elas representam 26,5%, quando a média foi 27,3%. Cerca de 95% das empresas de mídia do país não têm política de igualdade de gênero.

Fonte: O Globo

sábado, 26 de março de 2011

Brasil gasta 10% do PIB com violência contra mulher, diz Eliana Calmon

Da Redação - 25/03/2011 

O Brasil perde anualmente cerca de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) como resultado da violência cometida contra as mulheres, segundo a corregedora nacional de Justiça Eliana Calmon.

Segundo a ministra, a estimativa se refere aos gastos com o sistema de saúde no atendimento às vítimas, à movimentação do aparelho judicial e policial e à interrupção do trabalho das mulheres agredidas. “Precisamos acabar com esse ciclo perverso que coloca nosso país entre os piores do mundo”, afirmou Eliana Calmon durante palestra em homenagem ao Dia Internacional da Mulher na Câmara Municipal de Salvador (BA). .

A ministra classificou a Lei Maria da Penha como um grande avanço no combate a esse tipo de violência no Brasil e na proteção à estrutura familiar, ao estabelecer as prisões em flagrante e preventiva ao agressor, a instauração de inquérito policial e a impossibilidade de desistência por parte da vítima. No entanto, lembrou que ainda há muito que fazer para erradicar o problema no Brasil.

“Em um país com 27 tribunais de Justiça temos apenas 43 juizados especializados em combate à violência contra a mulher, sendo que em três estados eles ainda são inexistentes. Ainda falta consciência sobre a gravidade do problema”, criticou a corregedora nacional. Segundo ela, muitos juizados não possuem estrutura adequada, os policiais carecem de capacitação no atendimento às vítimas, a sistematização de dados ainda é precária, sem contar os problemas sociais, que impedem que muitas mulheres denunciem ou tenham acesso à Justiça. 

Para Eliana Calmon, um dos grandes desafios atuais é garantir às mulheres mais pobres o acesso aos seus direitos. “Precisamos superar a estrutura machista que ainda existe no Brasil, assim como o silêncio das vítimas. Não se calem”, pediu a ministra não só às mulheres vítimas de violência, como às pessoas que testemunham esse tipo de agressão.

quarta-feira, 23 de março de 2011

III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres

Decreto convocatório da III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres é divulgado

18.03.2011 – Publicação saiu no Diário Oficial da União no último dia 16. CNPM está prevista para o período de 12 a 14 de dezembro de 2011
A presidenta Dilma Rousseff publicou no último dia 16 de março no Diário Oficial da União o decreto que convoca a III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. A coordenação da III CNPM ficará sob a responsabilidade da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.

De acordo com o decreto, a III CNPM terá o objetivo de “discutir e elaborar propostas de políticas que contemplem a construção da igualdade de gênero, na perspectiva do fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres, e contribuam para a erradicação da pobreza extrema e para o exercício pleno da cidadania pelas mulheres brasileiras”, além de servir ao propósito de avaliar e aprimorar as ações e políticas do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

O decreto ainda prevê que a titular da SPM/PR, ministra Iriny Lopes, deverá preparar e publicar portaria contendo o regimento interno da III CNPM, o qual deverá trazer disposições sobre a organização, o funcionamento e o procedimento a ser adotado para escolha das/os delegadas/os participantes da Conferência

III Conferência Nacional de Políticas

DECRETO DE 15 DE MARÇO DE 2011
Convoca a III Conferência Nacional de Políticas
para as Mulheres.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição.
que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea "a", da Constituição,
D E C R E T A :
Art. 1o Fica convocada a III Conferência Nacional de Políticas
para as Mulheres, a ser realizada na cidade de Brasília, Distrito
Federal, no período de 12 a 14 de dezembro de 2011, sob a coordenação
conjunta da Secretaria de Políticas para as Mulheres, da
Presidência da República e do Conselho Nacional dos Direitos da
Mulher, com o objetivo de discutir e elaborar propostas de políticas
que contemplem a construção da igualdade de gênero, na perspectiva
do fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural e política
das mulheres, e contribuam para a erradicação da pobreza extrema e
para o exercício pleno da cidadania pelas mulheres brasileiras.
Art. 2o A III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres
adotará o seguinte temário:
I - análise da realidade nacional social, econômica, política,
cultural e dos desafios para a construção da igualdade de gênero; e
II - avaliação e aprimoramento das ações e políticas que
integram o II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres e definição
de prioridades.
Art. 3o A III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres
será presidida pela Ministra de Estado Chefe da Secretaria de
Políticas para as Mulheres, da Presidência da República e, em sua
ausência ou impedimento, por sua Secretária-Adjunta.
Art. 4o A titular da Secretaria de Políticas para Mulheres, da
Presidência da República expedirá, mediante portaria, o regimento
interno da III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres,
dispondo sobre a organização, o funcionamento e o procedimento a
ser adotado para a escolha de seus delegados.
Art. 5o As despesas com a organização e realização da III
Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres correrão à conta
das dotações orçamentárias da Secretaria de Políticas para as Mulheres,
da Presidência da República.
Art. 6o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 15 de março de 2011; 190o da Independência e 123o
da República.
DILMA ROUSSEFF
Iriny Lopes

terça-feira, 22 de março de 2011

ASSÉDIO MORAL - FONTE: BANCÁRIOS DE SP

Você sabe exatamente o que é assédio moral? Assédio moral é a exposição repetitiva e prolongada dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções. É praticado pelos chefes contra seus subordinados. São condutas desumanas e sem nenhuma ética. Humilhação repetitiva e de longa duração que interfere na vida do trabalhador de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais. Tudo isso ocasiona graves danos à saúde física e mental, que podem evoluir para a incapacidade para o trabalho, desemprego ou mesmo a morte.
Essa humilhação corresponde ao sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. Provoca mágoa, revolta, vergonha, indignação, raiva. A violência moral no trabalho é identificada por atitudes como, por exemplo, iniciar reuniões amedrontando quanto ao desemprego ou ameaçar constantemente com a demissão, subir na mesa e chamar a todos de incompetentes, sobrecarregar de trabalho ou impedir a continuidade do trabalho negando informações, desmoralizar publicamente afirmando que tudo está errado, afirmar que seu trabalho é desnecessário à empresa, rir à distância e em pequeno grupo, conversar baixinho, suspirar e executar gestos direcionado-os ao trabalhador, não cumprimentar e impedir os colegas de almoçarem, cumprimentarem ou conversarem com a vítima, mesmo que a conversa esteja relacionada à tarefa. Também pode ser caso de assédio moral desviar da função sem justificativa, exigir que faça horários fora da jornada, mandar executar tarefas acima ou abaixo do conhecimento do trabalhador, hostilizar, sugerir que peça demissão por sua saúde, divulgar boatos sobre sua moral.
Outros casos que não devem ser admitidos referem-se a discriminação por sexo: promover apenas os homens, diferenciar o salário entre homens e mulheres que desempenham a mesma função, fazer reunião com todas as mulheres e exigir que não engravidem para evitar prejuízos na produção, mandar limpar banheiro, fazer cafezinho, limpar o local de trabalho (sendo que foram contratadas para o desempenho de outra função), ou receber advertência em conseqüência de atestado médico ou ainda porque reclamou direitos.

quarta-feira, 16 de março de 2011

RPMA - REDE DE PROTEÇÃO À MULHER DE ARAÇATUBA

Secretaria de Assistência Social
Rua Quinze de Novembro, 170 - Centro
3636-1260
3625-4300 (Fundo Social)

Centro de Referência da Mulher (CRM)
Rua Chiquita Fernandes, 615 - Vila Bandeirantes
3623-4909/3608-4452

Bolsa Família
Praça do relógio, s/n - Centro
Antiga Estação Ferroviária (ao lado do terminal de ônibus)
3608-7081

CRAS – Região 1
Rua Fundador Paulino Gato, 900 - bairro São José
3625- 6974

CRAS – Região 2
Rua Noel Rosa, 238 - bairro Rosele
3441-1738

CRAS – Região 3
Rua Célio de Araújo Cintra, 778 - bairro Umuarama
3608- 3670

CRAS - Região 4
Rua José Canovas Andreu, 1001 - bairro Jussara
3631-3044

CREAS
3608-3393

Seaac - Araçatuba
Rua Rangel Pestana, 26
Cep: 16050-270 - Centro
Araçatuba - SP - Brasil
Telefones:
(18) 3301-4685 - (18) 3301-4686

OAB - 28ª Subseção de Araçatuba
Wenceslau Braz, 5
16015-580 - Araçatuba(SP)

DDM - Delegacia de Defesa da Mulher
Rua Governador Pedro de Toledo, 322
Araçatuba - SP